Arrogante e incompetente vai deixar o futebol baiano no caos

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Foram duas décadas de arrogância, derrotas, fracassos e submissão que levaram o futebol baiano ao fundo do poço com a perda de prestígio nacional, queda no ranking de Federações da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) saindo do 5º para o 8º lugar, menos público nos estádios, redução de receita (como o fim de Sua Nota É Um Show depois de início de investigação do MP que arquivou, mas acendeu o alerta. Receita essa que ajudava os Clubes do Interior), perseguição a imprensa livre, gasto de R$ 1 milhão com publicidade para não ser criticado pela vaidade, e R$ 700 mil, ambos por ano, com escritórios de advocacia, aniquilação do quadro de árbitros da Bahia que já teve até 4 apitando a elite do Brasileiro e hoje resta um – Jaílson Macedo Freitas, não formado na atual indigestão e encerrando carreira, e não renovação, enfim, é a cara do presidente que nada fez e derrubou para a ‘gozação’ fora do Estado, o futebol com um bicampeão Brasileiro – Bahia, um vice-campeão Brasileiro e da Copa do Brasil, de Bebeto, Dida, Daniel Alves, Edilson e outros craques campeões do Mundo e hoje relegado ao nada.

Assim é o resumo dos anos de desmando do atual dirigente, que foi condenado por assédio contra uma funcionária e no início do próximo ano deixa a Presidência da FBF (Federação Bahiana de Futebol), cargo que já foi ocupado por Antônio Pithon (empresário, ex-presidente do Bahia e de grande prestígio na CBF), Raimundo Viana (ex-procurador-geral do Estado da Bahia e ex-presidente do Vitória) e Virgílio Elísio (engenheiro, empresário e ex-diretor de Competições da CBF, organizador dos Brasileiros A, B, C e D) que não deixará saudades a clubes nem a torcedores e muito menos aos árbitros, somente a parte da imprensa agraciada com verba publicitária para ‘omitir’ os erros e desmandos no futebol baiano todos esses anos. E os profissionais eram obrigados a se calar pelos empresários e ‘donos’ de equipes esportivos porque têm família, ou se falassem eram advertidos e demitidos para a empresa não perder a verba.

O legado é o fracasso, a lembrança leva a tristeza, o período na FBF é de humilhação, e não vai ser diferente na CBF, onde deve entrar calado e sair mudo por falta de qualidade técnica, mas era importante pelo voto na cúpula da entidade nas épocas de Ricardo Teixeira, José Maria Marin e ainda Marco Polo Del Nero, todos homens probos, honestos e capazes que estão presos ou respondem a processos e não podem viajar para o exterior (exceção Marin encarcerado nos EUA) para o Brasil não perder essa ‘ plêiade’ de corruptos.

E o substituto na FBF deve seguir a linha de omissão, erros e acomodação para satisfazer o ego do ‘padrinho’ e não ser perseguido e perder o cargo para o fiel escudeiro, de novo vice-presidente. Se bem que quando se senta na cadeira, muitos assumem e mudam, e esperamos que seja para melhor porque não podemos esquecer a frase:

Obs.: Jornalistas e radialistas processados: Luiz Brito, Oscar Paris, Juliana Guimarães e o árbitro Deive Rebouças Pacheco. A lista de perseguidos e vencedores na Bahia chega a dezenas.

Yancey Cerqueira, Dr. h. c

Radialista DRT/BA 06

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