Cinco novas unidades de conservação abrangem três biomas brasileiros

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As áreas incluem o Parque Nacional do Boqueirão da Onça que tem 348.258,91 hectares e uma APA (Área de Proteção Ambiental) de 497.626,89 hectares abrangendo os municípios de Sento Sé (cerca de 80% do Parque), Campo Formoso, Sobradinho, Juazeiro, Morro do Chapéu e Umburanas, no Centro-Norte da Bahia. Plano nacional para fortalecer comunidades tradicionais também já publicado

Cinco novas unidades de conservação foram criadas para fortalecer a proteção de áreas de preservação no Brasil. Também foi instituído o Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas (Planafe). Os textos foram publicados no Diário Oficial da União.

Com a medida, o Parque Nacional e a Área de Proteção Ambiental (APA) Boqueirão da Onça, no interior da Bahia, e as reservas extrativistas Itapetininga, Arapiranga-Tromaí e Baía do Tubarão, no Maranhão, passam a integrar o conjunto de 333 unidades de conservação administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O reconhecimento das áreas tem como objetivo ampliar o conjunto de espaços protegidos nos biomas Amazônia, costeiro-marinho e Caatinga. Entre as expectativas em relação à proteção das áreas está, por exemplo, a preservação do habitat da onça-pintada, maior felino das Américas, ameaçado de extinção. Já o Planefe vai levar, nos próximos anos, às populações tradicionais e ribeirinhas de todo o País ações de inclusão social, fomento à produção sustentável e apoio à gestão ambiental e territorial.

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