Bahia passa de 5,1 mil mortes; 228 mil estão recuperados de covid-19

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O Estado registrou 65 mortes e 4.082 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +1,7%) nas últimas 24h, de acordo com boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgado no fim da tarde desta quarta-feira, 26/08.

No mesmo período, 3.970 pessoas foram consideradas recuperadas da doença (+1,8%), que desde o início da pandemia já infectou, pelo menos, 245.021 baianos e baianas e tirou a vida de 5.116 deles. Ao todo, 11.899 casos ainda se encontram ativos. Outros 228.006 são considerados recuperados.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (30,75%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Almadina (5.618,59), Ibirataia (5.159,35), Dário Meira (4.808.59), Salinas da Margarida (4.589,26), Itabuna (4.584,40).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 453.265 casos descartados e 85.257 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta quarta-feira, 26.

Na Bahia, 20.096 profissionais da saúde foram confirmados para covid-19.

Mortes

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 65 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. Segundo a Sesab, a existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da covid-19.

Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

Fonte: Sesab / BA

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