Brasileiro: Carpegiani apenas com uma dúvida

472
Foto – Marcelo Malaquias/EC Bahia

ntes de viajar para São Paulo, o elenco do Esquadrão trabalhou pela última vez em Salvador na terça-feira (10). Na capital paulista, o Bahia enfrenta o Palmeiras amanhã (12), às 21h, no Pacaembu.

O técnico Paulo César Carpegiani dedicou o trabalho para realizar um intenso treino de bolas paradas. Parando a todo instante, o treinador corrigiu o posicionamento e orientou os jogadores dentro da área.

Na segunda parte, o comandante azul, vermelho e branco aplicou mais uma atividade tática, quando escalou o provável time que iniciará o jogo contra o alviverde paulista.

A equipe deve ser: Jean; Eduardo, Rodrigo Becão, Lucas Fonseca e Welington Silva; Juninho, Renê Júnior, Zé Rafael; Vinicius e Mendoza. Edigar Junio seria adiantado para o comando do ataque.

O lateral Armero e o zagueiro Jackson ficaram na academia com o professor Roberto Nascimento.

A partida vai ser especial para o volante Juninho. Quando soar o apito inicial em São Paulo, ele completa 100 jogos com a camisa do Bahia. “É uma felicidade difícil até de explicar. Hoje, no futebol, é difícil o jogador ficar tanto tempo num clube e eu consegui essa marca”, comemorou.

Entrevista

Foto – Marcelo Malaquias/EC Bahia

O técnico Paulo César Carpegiani concedeu entrevista coletiva no Fazendão. O treinador falou sobre o período de preparação para enfrentar o Palmeiras, partida amanhã (12), às 21h, no Pacaembu.

“No futebol, quando você tem cinco ou seis dias eu acho um tempo muito bom. Quando você tem um conhecimento no transcurso do trabalho, quando você quer lapidar e aperfeiçoar o que você tem. Nós encontramos um pouco de dificuldade. Até mesmo pelas dificuldades que nós temos de muitos jogadores que não podem atuar, ficamos um pouco restritos”, disse.

Com uma semana de preparação, Carpegiani já mostrou o estilo de jogo preferido. O técnico comentou sobre as características que prefere ver suas equipes atuando.

“Penso que o futebol é uma imposição de uma maneira de jogar sobre a outra e essa imposição requer toda uma parte teórica e prática, para que sua equipe consiga se impor sobre o adversário. Muitas vezes por mais qualidade que o adversário tenha ele nos impõe o ritmo e você pode ganhar no contra-ataque. Não gosto disso. Prefiro tentar impor o jogo. Mas tenho que verificar, pois estou chegando agora. Vamos tentar impor com opções e alternativas. Não podemos nunca abrir mão da possibilidade de ganhar o jogo. Não gosto de ouvir aquele termo ‘jogar por uma bola’ ou ‘fechar a casinha’. Não sei fazer isso. Gosto de equipes que tentam se impor. Que tente jogar futebol, com as opções, com as alternativas e com as capacidades técnicas, sempre tentar ganhar o jogo. Essa é nossa proposta que vamos tentar fazer lá contra o Palmeiras”, falou.

COMPARTILHAR