Candeias: O INSS é um descaso e desrespeito com o cidadão

475
Fotos: Assessoria vereador Arnaldo Araújo (MDB)

A falta de consideração aos cidadãos e cidadãs candeenses não tem limites para a atual gestão municipal. Apenas falácias e nada que tente recuperar a agência que servia a milhares de trabalhadores e trabalhadoras

A agência do Instituto Nacional do Seguro Social, de Candeias, na Região Metropolitana a 46 km de Salvador, foi destruída por um incêndio no mês de outubro de 2012 e até hoje nenhuma providência efetiva foi adotada pela gestão municipal para recuperação do local que aquele ano atendia em média 100 pessoas por dia, ou mais ou menos 2 mil por mês.

“Quando vereador, o atual prefeito foi a Brasília e o deputado Cacá, também do PP como é o gestor, anunciou que haveria reuniões com a direção do INSS para recuperar a agência. Esperamos até hoje”, afirma o vereador Arnaldo Araújo, do MDB, líder da oposição na Câmara Municipal. O deputado foi aliado de Dilma, Michel e agora também de Bolsonaro, mas o INSS de Candeias não está na pauta de prioridades dele.

Localizada no Bairro do Malembá, um dos mais populosos de Candeias, a sede do INSS está em péssimas condições com paredes danificadas com infiltrações e poças de água suja. Lá também moradores de rua fazem necessidades fisiológicas.

Moradores de uma das principais ruas do bairro – que liga a Praça Milton Bulcão à Quadra de Esporte e a Escola Municipal – manifestam preocupação e irritação com o descaso da gestão municipal em se omitir e não tentar efetivamente reativar a agência de uma cidade de 87,5 mil habitantes quando a vizinha São Sebastião do Passé com 44 mil – pouco mais da metade – tem um INSS funcionando e para onde são obrigados a ir os candeenses gastando tempo e dinheiro sempre.

“As más condições do prédio o torna habitat de moscas, mosquitos, insetos e animais peçonhentos – até cobra circula no local – e, neste período em que ocorre uma maior presença do mosquito Aedes Aegypti que provoca a chikungunya, dengue e zika que causa transtornos e pode levar a morte, nada ainda foi feito, e não tenho esperança”, afirma Arnaldo Araújo.

COMPARTILHAR