Devedores tentam instalar caos no Jardim das Limeiras II

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Foto: Tudo News

Inadimplentes – que perdem direito de votar – não querem aceitar, inclusive, sucessivas derrotas com efeito dominó na Justiça

A guerra que tem travado alguns moradores do Condomínio Jardim das Limeiras II, no Bairro de São Marcos, em Salvador, já dura alguns meses o que tem prejudicado o dia a dia da então pacífica administração de Carlos Augusto França Cavalcante que, em 4 anos, regularizou a situação documental, contábil e finalizava a organização financeira para melhorar as condições dos moradores. A gestão tem toda documentação em dia e organizada.

Para colocar as coisas em dia, precisou a gestão ajuizar ações contra aqueles que alegam haver inúmeras irregularidades, mas que não conseguiram provar e começam a ser derrotados fragorosamente na Justiça depois de alguns meses de luta, e garantiam não ser a área habitacional um condomínio.

Apesar das ofensas, balbúrdia, tentativas de agressões físicas contra ele e até funcionários que foram ameaçados, Augusto manteve a serenidade, as contas em dia e esperou por meses, a resposta da Justiça.

Antes, porém, até mesmo a 10ª Delegacia, no Pau da Lima, que tem jurisdição na área, e o Ministério Público Estadual, foram induzidos ao erro por aqueles que procuraram os órgãos, que não agiram conforme recomenda uma investigação: ouvir as duas partes.

A Delegacia Intima diretores eleitos, mas não o faz com os que acusam quando são denunciados por ameaças, difamação e calúnia.

Depois de procurarem esses órgãos, os devedores – que alegavam não ser o Jardim das Limeiras II um condomínio –, induziram alguns moradores com auxílio de uma advogada, residente no local, que condomínio era ‘irregular e ilegal’ e que estava enganando a todos’.

Ameaças

Ao mesmo tempo, em ações que se parecem com as de justiceiros do oeste norte-americano, depredaram as instalações da administração, trocaram as chaves, impediram a realização de assembleias, ameaçaram diretores e funcionários e, em mais uma ação ousada, foram até o apartamento do presidente exigindo as chaves numa atitude ameaçadora, que não surtiu efeito porque Augusto Cavalcante nunca se intimidou porque sabia da seriedade com que cuidava do mandato para o qual foi eleito.

Assembleias

Mesmo a assembleia que a então diretoria, cujo mandato terminou em janeiro de 2019 tentou realizar para planejar a eleição, não foi possível.

Moradores que não pagam as mensalidades do condomínio, impediram a realização das reuniões, mesmo sem direito a voto, pois, inadimplente não vota.

Para demonstrar força, criaram uma ‘Associação’, que passou a cobrar mensalidades, e informam que a Taxa de Condomínio é irregular criando constrangimento aos moradores que não participam da ação desse grupo que até agora não prova nenhuma irregularidade nem que estejam certos. Quem paga a suposta regular associação poderá vir a pagar duas vezes.

Mídia

Para assustar, inicialmente, o grupo de inadimplentes procurou a mídia (rádio e TV) e, em entrevistas, faz denúncias sem provas, acusações vazias e ganhou força dentro do condomínio.

Porém, depois de muito falarem e pouco provarem, começaram a ser questionados. Inclusive, acusar a Justiça pelas derrotas.

Legalidade

O Condomínio Jardim das Limeiras II tem CNPJ datado de 1999, muito antes das gestões de Augusto Cavalcante. Mas, na área existem 3 Jardins das Limeiras. O Jardim das Limeiras foi registrado em 2001, com CPNJ diferente do Jardim das Limeiras II, o que induz muitos a cometerem enganos e até irregularidades.

Cartório, Justiça e Prefeitura de Salvador já reconhecem a ‘legalidade’ do Condomínio Jardim das Limeiras II com documentação em dia e regularizada. Com base nisso, ao menos na Justiça, as falácias dos ‘devedores’ começa a cair por terra.

Vacância

Em razão das ameaças feitas quando se tentava realizar as assembleias, os cargos da diretoria do Condomínio estão vagos há quase 3 meses, e uma assembleia extraordinária vai ser realizada para regularizar a situação.

Aviso

Para aqueles que acham que o mundo ainda está no tempo do faroeste, avisos em latim, que quem milita na Justiça conhece extremamente bem: “Dormientibus non succurrit jus” e “Fumus boni juris”.

Yancey Cerqueira

Radialista DRT/BA 06

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