Governo Estado abandona BAs na Região Metropolitana e Nordeste baiano

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Trechos das BAs 233 e 522 / Fotos: Tudo News

As duas estradas apresentam graves problemas de conservação colocando em risco veículos e até vidas humanas

As duas BAs 233, a Linha Verde que liga Conde a Esplanada, na Região do Nordeste baiano a 185, via litorânea que conduz até Aracaju, capital de Sergipe, tem em torno de 40 km, e 522 que vai do Viaduto de Candeias na BR 324 até Madre de Deus e São Francisco do Conde, vivem no completo descaso e abandono. Milhares de automóveis, caminhões e ônibus utilizam as duas vias diariamente.

A soma da população das cidades totaliza 60 mil habitantes (Conde 25 mil / Esplanada 35) e os proprietários de veículos leves e pesados vivem o transtorno quando precisam, e quase sempre, utilizar a estrada. Ambos os gestores, assim como as Câmaras Municipais, já fizeram solicitações públicas ao governo estadual, mas nenhuma medida foi adotada.

BA 522

Na Região Metropolitana de Salvador, em Candeias a 46 km da capital, o mesmo drama vivem proprietários de veículos e motoristas profissionais que precisam trafegar pela BA 522 entre o entroncamento da BR 324, em Candeias, até os municípios de Madre de Deus e São Francisco do Conde.

As 3 cidades somam quase 149 mil habitantes e estão na área de maior receita da Bahia que somou em 2019 em torno de R$ 1 bilhão.

Todos os 3 gestores fazem parte da base do governo do Estado e Rui Costa foi à região aos menos 3 vezes em um ano, mas viaja de helicóptero, mas a assessoria faz vista grossa da situação.

Os buracos são encontrados principalmente no Bairro da Quitéria, na Rotatória da Moliza e, acreditem, próximo ao PRE (Posto da Policia Rodoviária) a 4 km do Centro de Candeias.

Inacreditável

A ironia neste descaso é que o Estado está colocando a 1 km da PRE foto sensor (evidentemente para cobrar multa nessa indústria implantada no país) para que motoristas não ultrapassem 40 km, como se fosse possível dirigir a essa velocidade sobre crateras que, inclusive, se avolumam em frente ao Posto.

Denúncias pelas redes sociais e pela imprensa já foram feitas diversas vezes, mas a Secretaria de Infraestrutura do Estado ignora os pedidos.

 

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