Governo quer reformular o seguro-desemprego e incentivar recolocação

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Foto Ilustrativa

Com as mudanças propostas pelo Ministério da Economia, beneficiários devem receber uma parte do seguro mesmo conseguindo uma nova oportunidade. Para quem solicitar o benefício mais de uma vez, regras podem apertar

Segundo dados do Ministério da Economia, os desempregados costumam usar em média 4,3 de 5 parcelas possíveis do seguro e, normalmente, acabam postergando o início em uma nova proposta para assinar a carteira de trabalho

Segundo dados do Ministério da Economia, os desempregados costumam usar em média 4,3 de 5 parcelas possíveis do seguro e, normalmente, acabam postergando o início em uma nova proposta para assinar a carteira de trabalho

Com a reformulação das condições do seguro-desemprego proposta aos ministros pelo Ministério da Economia, trabalhadores que conseguirem uma recolocação no mercado de trabalho, em período determinado, poderão receber até uma parcela do benefício que teriam direito. O objetivo da pasta é dar incentivo para colaboradores e empresas para a contratação na modalidade formal de trabalho. O intervalo para solicitar o seguro-desemprego também deve ser ampliado para pelo menos 16 meses entre um pedido e outro. Atualmente, esse prazo varia entre 12, nove e seis meses, de acordo com a quantidade de solicitações já feitas pelo beneficiário.

De acordo com informações divulgadas pelo Estadão, o governo pretende pagar a metade do valor da parcela que o trabalhador receberia para aqueles que conseguirem um novo emprego durante o aviso prévio demissional ou antes do início do recebimento. Aqueles que se recolocarem antes de receber a segunda parcela do benefício, devem receber a quantia equivalente e 30% da parcela.

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