Ipirá: De ‘malamanhado falastrão’ a prefeito demagogo

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Em nota, por sinal mal escrita com erros comuns a uma gestão desastrosa, o demagogo prefeito ‘malamanhado’ da bela Ipirá, antiga Camisão, na Bacia do Jacuípe a 210 km de Salvador, tenta desmentir fatos e desqualificar tudo e a todos (que falam verdades) como fazia no tempo de ‘apresentador falastrão na rádio da família’, e hoje é muito pior do que todos os que criticou. A nota foi distribuída à imprensa de Ipirá, mas pouco acessada e totalmente desacreditada pela falta de fatos, e motivo de muitas gargalhadas, risadas e irritação por tantas inverdades.

O jornalismo sério é: “Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que publique. Todo resto é publicidade”, de William Randolph Hearst, e no caso da atual ‘gestação enganosa’.

Não preciso ser conhecido por prefeito que responde a ação na Polícia Federal, que ocupou a Prefeitura por 10 dias e, por ordem judicial, ficou afastado também por 10 dias, nem me considere pois não apoio demagogos e muito menos quero estar ao lado dos mesmos.

Minhas grandes obras, poderia ser frase do ‘prefeito malamanhado’.

Se este radialista e o este portal de notícias ‘tudonews.com.brnão incomodassem, não usaria o bem público para tentar, em vão, desmentir fatos e fotos (tiradas no início de julho de 2019) do Centro de ‘Aborrecimento’, como jocosamente chamava, do Mercado de Artes, abandonado em 100% dos 30 meses da atual indigestão, e da Casa dos Estudantes, ainda sob promessa de candidato que não cumpre. Aliás, vejam as publicações sobre a atual situação nas ruas de Ipirá.

E a Avenida Rio Grande do Sul? Pensada pelos engenheiros e arquitetos do Brasil, inspirados em Oscar Niemeyer, e obra ‘executada’ para durar menos de 90 dias, com o vergonhoso ‘poste no meio’, alvo de chacota por todo o país.

Afora isso, tinha dinheiro para tudo, quando fazia demagogia na rádio da família, mas no hospital faltou fronha, lençol, travesseiro e comida. A denúncia foi feita na Câmara de Vereadores pela oposição.

E a Biblioteca Eugênio Gomes? Somente não fechou porque havia proibição de lei. Mas, funcionou precariamente até o mês letivo do primeiro semestre de 2019 e o senhor ‘malamanhado’ assumiu em 1° de janeiro de 2017, portanto, há mais de 30 meses, 900 dias e 21 mil 600 horas. Não foi ontem.

E mais, como advogado que o senhor é, sabe que assim que terminar o mandato os processos que respondem vão seguir e, sinceramente, não gostaria de estar na vossa pele.

Enfim, termino por aqui porque conheço muita gente qualificada de Baixa Grande e Rui Barbosa – onde passava férias e sei das novidades de lá, e também em Ipirá.

E as pessoas, tanto dos jacus como da macacada, contam os dias para o fim do atual desastre administrativo para que o ipiraense volte a sorrir.

Yancey Cerqueira, Dr. h.c.

Radialista DRT/BA 06

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