Ipirá: Governo ‘Malamanhado’ faz menos testes de covid-19 que Pintadas

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Marcelo Brandão (DEM), prefeito de Ipirá / Foto: Arquivo

Para quem dizia que “tinha dinheiro para tudo” agora falta até mesmo para a saúde, em pandemia mundial. Marcelo ‘Malamanhado’ não poderia sair pior

Durante mais de uma década na rádio da família o atual ‘autarca’ de Ipirá, na Bacia do Jacuípe a 210 km de Salvador, afirmava que os gestores da Macacada eram incompetentes por não cuidar da população nem da cidade. “Tem dinheiro para tudo”.

Mas, bastou assumir em 2017 para o gestor Marcelo ‘Malamanhado’ Brandão (DEM) mostrar o quanto era demagogo e falastrão.

Nem mesmo neste período de pandemia com 2,3 milhões de brasileiros infectados e mais de 86 mil mortes, o ‘desgoverno’ faz questão de mostrar quanto dizia a verdade e é incapaz de atuar e até agir com algum humanismo.

Enquanto Pintadas com 10,4 mil habitantes e uma densidade demográfica de 19 moradores por km2, tem 679 notificações (testes) com 98 casos e nenhuma morte, Ipirá com 62 mil residentes em 3,105 mil km2 com densidade de 20 habitantes por km2, fez apenas 651 testes com 296 casos e 3 mortes.

Se fosse feita uma comparação, Ipirá testou 1,05% da população. Pintadas fez teste em 6,49 % da população. Os dados (abaixo) são do último dia 24/07, em Pintadas, e de 25/07, em Ipirá.

Receita

Em Pintadas, a receita total em 2019 foi de R$ 27.496.824,16, ou R$ 2.631,28 por habitante, e a própria foi de R$ 1.419.808,51, e em Ipirá, a receita total foi de R$ R$ 111.502.158,57, e per capitar R$ 1.798,42. A própria foi de R$ 8.837.501,82.

Outros descasos

Nesse período de gestor, Malamanhado (apelido que dava aos adversários no poder) não cuidou da Casa dos Estudantes, em Salvador, do Centro de Abastecimento (que ele chamava de Aborrecimento) e do Mercado de Artes, todos hoje totalmente abandonados e sucateados.

As obras que fez, a Biblioteca Municipal que inaugurou, mas não abriu, a Avenida Rio Grande do Sul (com um poste no meio) e precisa de recapeamento a cada orvalho, e o asfaltamento de ruas do Centro que tentou assumir como de recursos próprios quando o Governo do Estado fez ao menos a metade.

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