Salvador: Polícia Civil faz mapeamento no Parque São Bartolomeu

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Foto: Ascom-SSP/Alberto Maraux

Aproximadamente 40 policiais civis e militares que atuam em unidades do Subúrbio Ferroviário, além de integrantes de quatro departamentos da PC (Draco, DHPP, DCCP e Depom) promoveram, na tarde desta quinta-feira (28), mais uma Operação Baía de Todos os Santos (BTS) em Paz.

Foto: Ascom-SSP/Alberto Maraux

Dessa vez a área escolhida foi o Parque São Bartolomeu. Na mata atlântica fechada as equipes demarcaram áreas utilizadas como ‘bocas de fumo’ e rotas de fuga dos traficantes de drogas. Os policiais aproveitaram também para conversar com os moradores e distribuir panfletos do Disque Denúncia da SSP (3235-0000).

“É uma ação importante de aproximação com a comunidade e conhecimento do local”, declarou o comandante do Policiamento na Região Integrada de Segurança Pública (Risp) BTS, coronel Valter Menezes.

O coordenador da BTS pela PC, delegado Jamal Amad, destacou também a integração das polícias Militar e Civil. “Trabalhamos juntos, trocando informações e indo a campo. A união de forças faz a gente mais forte”, concluiu.

O parque

É um dos maiores remanescentes de mata atlântica, em área urbana, do País. Tem grande importância ambiental, histórica e religiosa. O Parque São Bartolomeu, em Salvador, envolve uma área de preservação ambiental da Bacia do Rio do Cobre (São Bartolomeu), incluindo uma represa e cascatas.

Situa-se entre a Enseada dos Cabritos e o bairro de Pirajá. O Rio do Cobre deságua na Baía de Todos os Santos, na Enseada dos Cabritos.

Em tempos antigos, a região era habitada pelos tupinambás. Na segunda metade do século 16, os jesuítas fundaram a Aldeia de São João Evangelista, próxima ao atual Parque São Bartolomeu. No século 17, foi palco das lutas contra a invasão holandesa. Posteriormente, passou a ser um abrigo para quilombolas. Em 1826, formou-se lá o Quilombo dos Urubus, dizimado tempos depois.

 

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